a sopa de sexta

Menu: https://www.youtube.com/watch?v=3R2yNae_qbg&feature=youtu.be   atravessando a fia, vou documentando e partilhando. Dally

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não-balé

primeiramente essa aula não existe. se alguém vier à procura é preciso dizer que é mentira. depois é preciso encontrar um trecho qualquer minimamente estável onde possamos colocar as mãos com espaço para voar as pernas, seja cadeira, parede, estante ou boneco. seguem-se então pílulas de ritmo, de deslizar. e qual não é a explosão … Continuar lendo não-balé

habitar a forma e mover-se de si em si

e esperas que alguém te diga como colocar-se, como curar-se, algo que te dispense de algum empenho de leitura dos hieróglifos corpo - quando não acompanhas o movimento por dentro e esperas que alguém algo resolva, que o fluxo se dê sem que tenhas de alimentá-lo no teu fluxo de si em si e tu … Continuar lendo habitar a forma e mover-se de si em si

vestígio do espaço experimental de dezembro 2018

no prazer de cruzar o público, atravessar, vejo-me cantando Total Eclipse of the Heart  com a Nina Giovelli. a constante sintonização, a fragilidade das ligações, a atmosfera: a respiração dessa libido que avança e recua ao mesmo tempo. - acarinhar o que está a acontecer nos interstícios de uma relação, trazer uma memória à brisa da praia … Continuar lendo vestígio do espaço experimental de dezembro 2018

rastro do espaço experimental de novembro

laura enxugar os olhos -- um estar perto e longe assim -- perto -- de ver o que é sofia ó um poema dançado sobreimpresso a um poema lido sobreimpresso ao fato de que somos todos prisioneiros políticos sobreimpressos sofia n margarida a a profundidade do ouvido a duas -- ouvidos que traçam linhas pela … Continuar lendo rastro do espaço experimental de novembro

à dança que conheço e (já não) esqueço

Rua dos Fanqueiros, n. 150 Lisboa, Portugal Dança amada de chegada delicada. Acompanho esta entrada na fantasmagoria da terra. Espero poder te dizer imensas coisas, enquanto isso ouço. 
Um bocado de sede, que desperta as securas. A chegada dos segredos daquilo que se contorce, daquilo que treme, daquilo que é violado. As barrigas dos pés … Continuar lendo à dança que conheço e (já não) esqueço

enquanto espero

duas crianças soltam bolinhas de sabão com canudos de refrigerante tão antigas, numa janela alta, soltar ar no buraco do espaço que recorta o vento   sabão com membrana transparente furta-cor una furtiva lacrima ao mundo, ver o desenho a coisa solta, fazendo coisas com o vento   são crianças que vêm talvez da índia, … Continuar lendo enquanto espero