enquanto espero

duas crianças soltam bolinhas de sabão com canudos de refrigerante tão antigas, numa janela alta, soltar ar no buraco do espaço que recorta o vento   sabão com membrana transparente furta-cor una furtiva lacrima ao mundo, ver o desenho a coisa solta, fazendo coisas com o vento   são crianças que vêm talvez da índia, … Continuar lendo enquanto espero

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