tralalá, entrar na forma

é que falamos sobre o “difícil” que há nisto. e agora, enquanto vinha ouvindo a continuidade do balanço longitudinal desde o encontro do que podem ser as costas do corpo e a terra, a atenção do corpo foi ter com o coração e a sua relação com o esterno talvez, com o que por ali é músculo, talvez… e agora, já de pé a balançar lateralmente, e embora o espaço da passagem do ar pelas narinas esteja um tanto obstruído, o que pode ser o << tempo >> da respiração faz sentir os pulmões e o espaço que temos chamadofrancesca woodman garganta ganha em qualidade de vida : ) … , , e todo o corpo vem se aconchegando de uma forma que — se suspeita ter — vez por outra faz vistas grossas . então que o “difícil” do entrar na forma vai ter também , parece, com o quão amorosas podemos ser com o dar-se das formas histórias que contam o corpo. que se calhar “eu” era sempre pude ser menos ou mais qualquer coisa que ouvindo desde a forma agora — e não desde o enformar — transforma o que eu achava que era quando o corpo não deixou de acreditar

laura (com a mari lemos entre a casa do cem e o casal ventoso)

>> imagem: francesca woodman

 

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